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terça-feira, 25 de agosto de 2009
Victor e Leo no Twitter.

No último sábado, a dupla Victor e Leo esteve em Barretos logo após participar do Criança Esperança, a fez um show que acabou por volta das 6:10 da manhã.
O horário se justifica por ter sido o terceiro show da noite. O primeiro foi de Thales e Thiago, dupla aqui de Barretos, e o segundo, de Jorge e Mateus.
Às 6:20, com o dia quase amanhecendo, entrevistei a dupla a aproveitei para tirar algumas dúvidas que vários de vocês enviaram por email.
A dupla falou sobre o DVD e sobre a relação dos fãs. Depois do show, eles foram tirar foto com todos os fãs que esperavam lá fora, eram cerca de vinte pessoas.O vídeo da entrevista está publicado na TV UOL.
Além das respostas do vídeo, perguntei à dupla sobre internet e sobre o Twitter, algo que tem sido bastante pedido pelos fãs da dupla.“Está sendo feito, sim, e será tudo lançado com o site novo”, confirmou Chileno, assessor da dupla.
“Mas avisa aí que será só comandado pela assessoria, porque eu e o Leo… (risos)”, completou Victor.
A dupla grava seu novo DVD nos dias 3 e 4 de outubro, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. Duas músicas inéditas já estão sendo apresentadas durante os shows, e a idéia dos irmãos é apresentar mais canções antes da gravação, para que o público conheça as músicas, e eles próprios se acostumem com elas.
Victor e Leo ainda gravaram um depoimento aqui para o Universo Sertanejo. Assim que eu mandar para o YouTube, eu posto aqui para vocês.
Pesquisa: Amanda Cristini
Fonte: Portal Universo Sertanejo
segunda-feira, 24 de agosto de 2009

“O primeiro violão que eu toquei estava jogado na casa. Era do meu pai e da minha mãe. Tinha uma coisa sobrando ali, eu peguei aquilo e primeiro comecei a fazer uns barulhos percussivos, na madeira. Achei coisa mais linda do mundo”, conta Victor.
Foi em Uberlândia, Minas Gerais, que o Fantástico encontrou os irmãos. Na cidade, Leo constrói seu paraíso, a fazenda com tudo o que ele tinha na infância. O primeiro show, ainda adolescentes, foi em um barzinho em Abre Campo. “Eu nunca imaginei um dia ganhar um sanduíche e uma coca cola por ter cantado. Foi nosso primeiro cachê”, diz.
Mas uma tragédia familiar muda tudo. O pai vai embora, deixa os dois, a irmã mais moça e a mãe em dificuldade financeira. Vitor e Léo vão para Belo Horizonte. Em vez da planejada faculdade, cantam para ganhar dinheiro e ajudar a família, que eles protegem com a privacidade.
“Minha esposa, Tatiana, e meu filho, Matheus, são parte do Leonardo Chaves e não do Léo, do Victor e Léo. É por isso que eles estão aqui sempre e não aparecem na mídia”, afirma.
O casamento foi em São Paulo, onde Victor e Léo foram tentar o sucesso, que demorou a chegar. Para sobreviver, tiveram até que vender os violões.
“A gente tinha R$ 13 na conta. E 13 foi o nosso número da sorte. Sem violão, sem lugar pra ir, sem grana, a única coisa que a gente tinha era fé”, conta Victor.
Com a fé, apareceram os primeiros convites, eles gravaram o próprio CD, que foi copiado, reproduzido, pirateado e tocado nas roupas do interior. O primeiro show foi em Uberlândia, em 2006 – depois de 14 anos de estrada.
“Todos nós choramos em ver as pessoas cantando nossas músicas. A gente olhava e não acreditava. Todo mundo estava cantando ‘Fada’ e ‘Amigo apaixonado’, o CD inteiro”, lembra Leo.
Dois palcos estão em constante deslocamento pelo país. Eles fazem quatro shows por semana. A cidade de Catalão, no interior de Goiás, é o show de número 126 só este ano. Na cidade de 80 mil habitantes, 40 mil pessoas vieram ver Victor e Léo.
“Eles transmitem energias muito boas que contagia”, diz a auxiliar administrativa Cristiana, de Uberlândia.
Parece o final feliz. Mas, quando tudo deu certo, Victor entrou em depressão.
“É aquela questão. Quem não tem dinheiro para quase nada, acha que quando for rico vai ser feliz. Depois, você vai ver que não tem nada a ver isso. Eu fiz terapia durante um ano. Às vezes, ainda faço. É uma forma de me ajudar”, diz Victor.
“Mas eu tenho uma terapia melhor para indicar para todos: montar a cavalo”, diz Léo.
Em cima de um quarto de milha, Léo faz o que gosta: apartação. O objetivo é separar um bezerro e impedir que ele volte a se juntar ao rebanho. O cantor tem até medalhas no esporte. E Victor acompanha, mas a sua grande paixão é outra: tocar violão.
Os irmãos dizem que quase não brigam. As desavenças eram resolvidas ao redor de um violão, tocando uma música que era um hino dos irmãos, há 14 anos.
“A gente não pensava em gravar essa música, a gente a tinha como um hino de paz, de harmonia de conforto, para nós mesmos”, conta Victor. A música é tema da novela “Paraíso”.
E como anda a vida amorosa de Victor?
“Eu estou solteiro, mas não estou sozinho. Temos poucas oportunidades, para encontrar alguém especial. Tem uma última canção que fiz, bem recente, chamada ‘Beijo de luz’. Foi para uma mulher muito especial, realmente muito especial. Eu continuo solteiro, mas não deixo de gostar de alguém e também não estou sozinho”, revela o cantor.
Festa do Criança Esperança, poucas horas antes do show de Barretos. Até o rei Pelé reverencia os novos ídolos.
“Eu admiro muito a personalidade, o caráter e o talento que eles têm. São maravilhosos. Eu sou muito fã”, confessa Pelé.
A dupla mistura tantas influências que faz música mestiça, como o Brasil
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
Entrevista Victor & Leo Ao Universo Sertanejo

Desde que ascenderam nacionalmente, eles nunca saíram do topo das paradas. Surgidos na mesma época em que o movimento “sertanejo universitário” se destacava, não demorou para que se diferenciassem da maioria, e assumissem o posto de dupla mais tocada em todo o Brasil.
Donos de um estilo bastante peculiar, começam a ser copiados por duplas novas, mas que esbarram na falta de referências musicais além da música sertaneja.
Victor, figura presente nas primeiras posições da lista de compositores mais executados nas rádios, e Leo, um primeira voz de voz aveludada, não tão comum na música sertaneja, estão no rol dos artistas de maior apelo midiático da atualidade.
As vendagens merecem destaque, principalmente diante das dificuldades da indústria fonográfica. No primeiro semestre de 2009, a dupla atingiu a marca de um milhão de discos vendidos.
Em 2008, Victor e Leo emplacaram dois álbuns na lista dos dez mais vendidos.Os irmãos rechaçam, entrevista por entrevista, a busca pelo sucesso. Preferem deixá-lo para segundo plano, com o discurso de que música é, antes de tudo, uma questão espiritual. Dessa forma, conquistaram uma legião de admiradores, e tornaram-se donos dos shows mais disputados nas festas pelo Brasil.
A dupla se destaca por ter transposto a barreira do público sertanejo e se tornado um grande fenômeno popular. E de onde vem esse estilo próprio que tanto agradou? O próprio Victor responde.
“Quando compus a primeira canção, há 16 anos, não conhecia nenhum compositor e nunca havia ouvido falar sobre como se poderia fazer uma música. Foi como se eu tivesse concebido a primeira canção do mundo. Depois disto, ouvindo meus sentimentos, minha intuição e unindo isso a diversas referências, desde a música regional brasileira ao R&B (Rhythm and Blues), desenvolvi uma forma natural de compor, assim como de tocar, nem um pouco baseado em imitações ou tendências”.
O cantor completa com a ideia citada anteriormente, de que o sucesso é apenas uma consequência, e não um objetivo.
“Creio que o que parte de uma verdade dispensa a fala, porque a verdade fala por si. Então, música, para mim e meu irmão, é uma questão de essência espiritual e compromisso existencial, ou seja, uma forma de darmos sentido às nossas vidas, servindo às pessoas e ao mundo com amor. Enquanto houver esta intenção, certamente mais e mais pessoas absorverão o que queremos passar, independente da idade ou classe”, completa Victor.
A dupla se formou em 1992, quando o “novo” sertanejo, mais melodramático, tomava conta das rádios e dos canais de televisão. Em vídeos do YouTube, é possível conferir apresentações dos irmãos, ainda bem novos, influenciadas pelo sucesso da época.
No entanto, as influências da música de raiz, principalmente, se fizeram presentes, como conta Leo:
“Nossa maior influência e primeira foi o sertanejo, escutávamos de tudo, principalmente num segmento mais enraizado. Com o tempo e o crescimento do trabalho, fomos conhecendo outros estilos e passamos a ter outros tipos de referência, do rock até música regional brasileira. Cantamos em bares 15 anos, e isso permitiu fazer um laboratório constante até criar um estilo diferente, o que sempre buscamos”.
Popular em todos os lugares por onde passa, a dupla é também muito presente na internet. Victor e Leo têm, em sua homenagem, dezenas de sites e blogs, com temas que vão da discussão da vida pessoal dos cantores até a agenda internacional da dupla. O ponto de encontro principal para discussão sobre os irmãos, é a bastante comentada comunidade do Orkut (que já foi assunto aqui). Com quase 400 mil pessoas, ela saiu do patamar de ponto de encontro de fãs para o de mais completo canal de informação da dupla na internet.
“Nós trabalhamos sim com a internet, especialmente a gravadora. Sabemos que é realmente um dos maiores e mais rápidos meios de divulgação hoje em dia, e temos consciência que isso trás junto dois lados, o que você diz ou faz, nunca passa em branco e pode ser usado contra ou a favor, a responsabilidade aumenta e muito”, conta Leo.
“Temos no escritório pessoas para acompanhar mais de perto a internet, mas quando temos tempo, damos uma fuçadinha também”, completa o cantor.
Apesar de ter um sucesso recente, a dupla enveredou, no ano passado, em uma carreira internacional. Respaldados pela gravadora, Victor e Leo lançaram um álbum em espanhol, para um mercado que sempre se apresentou fechado à música sertaneja, apesar de os irmãos diferirem substancialmente dos outros sertanejos que se aventuraram por outros países da América Latina.
Victor explica: “a carreira internacional partiu de um convite da SONY. Jamais pensamos nisto e nem falávamos espanhol quando surgiu o convite. Tanto no Brasil quanto lá fora, nosso compromisso com a necessidade de fazer “sucesso” é zero. O que fazemos é música, e com muito amor. O que vem depois, é consequência. Então, embora seja muito difícil conciliar nossa agenda do Brasil com o que a carreira internacional nos exige, estamos dando seqüência com naturalidade".
Desde a última semana, a dupla trata publicamente do novo DVD. Depois de muita especulação sobre onde seria gravado o novo trabalho, veio a confirmação de que será na cidade de São Paulo, provavelmente no início de outubro.Como prévia, a dupla vem apresentando músicas novas durante seus shows, que já foram parar no YouTube pelas mãos de alguns fãs.
Por tudo que a dupla representa nos últimos três anos, a gravação deve ser a mais disputada do ano. Ponto para o mineiros, que bancaram seu próprio estilo dentro do meio sertanejo, e que assim acabaram se tornando um dos mais importantes nomes da música brasileira nos últimos anos.
André Piunti - Universo Sertanejo
Pesquisa: Amanda Cristini
terça-feira, 28 de julho de 2009
Vídeo no TV Fama: Victor, dupla com Leo, é tímido
Xô Timidez! Sertanejo tenta ser mais atirado
(CLIQUE NA IMAGEM PARA VISUALIZAR O VÍDEO)
Pesquisa: Amanda Cristini
Créditos: Blog Amigo Apaixonado - Laranjal Paulista
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Victor & Leo : Elogio, humildade e carinho de Teresina, e vão gravar novo DVD com músicas inéditas!

Estrela do último dia do Planeta Micarina, a dupla Victor&Leo defende a vida simples e natural, marcada pelas emoções reais e pouco complicadas. Por isso, Victor e Leo elogiam tanto a humildade dos piauienses e do Nordeste como um todo.
“Esse carinho que a gente recebe das pessoas é o alimento para a nossa carreira, o nosso trabalho, a gente quer retribuir isso tudo com alegria, com luz, com emoção e amor em cima do palco, através da música para as pessoas, essa é a nossa intenção”, afirmou Leo, pouco antes de subir no palco da Arena do Planeta Micarina.
Victor informa que a dupla está fazendo shows de demonstração em países da América Latina e começa a gravar um novo DVD com músicas inéditas.
Meio Norte – Como o senhor lembra do primeiro show que a dupla Victor & Leo fez em Teresina?
Victor – Foi fantástico, o show foi ótimo. Nós ficamos surpresos da forma como os teresinenses nos receberam. Teresina e o Nordeste, em si, é um lugar que nos emociona por ser um lugar que nos recebe tão bem, não só a gente, mas como recebe todos. O Nordeste é um lugar de braços abertos para o mundo, o Brasil inteiro tem muito o que aprender com essa emotividade, esse carinho, esse calor.
Leo – Nós ficamos muito surpreendidos com Teresina, que tem muito a oferecer ao Brasil com essa receptividade, de exemplo de ser humano, de humildade. Aqui tem uma alegria, um astral muito grande, a gente adora estar no Nordeste. Em Teresina, eu tenho certeza que retribuímos no Planeta Micarina a gentileza com que as pessoas nos receberam da primeira vez, que está se repetindo de novo. Esse carinho que a gente recebe das pessoas é o alimento para a nossa carreira, o nosso trabalho, a gente quer retribuir isso tudo com alegria, com luz, com emoção e amor em cima do palco, através da música para as pessoas, essa é a nossa intenção.
Meio Norte – Os senhores ficaram surpreendidos com o sucesso que estão obtendo?
Victor – Não surpreendidos porque as coisas para a gente aconteceram devagar, nós temos 17 anos de carreira e durante 15 anos nos cantamos em bares, crescendo pouco a pouco. Quando nos apresentamos aqui pela primeira vez aconteceu uma coisa muito especial
Meio Norte – Os senhores foram convidados a apresentar algum programa?
Leo – Não, não fomos convidados. Essa é uma tarefa complicada. A gente está acostumado a subir no palco e cantar, para ser apresentador a gente teria que estudar bastante a arte de apresentar, precisaríamos saber mais dessa arte.
Meio Norte – Os senhores se apresentariam em um reality show como alguns estão fazendo agora no programa “A Fazenda”, da Record?
Leo – Não é nosso campo. A gente se toca muito em música. A gente gosta de televisão, mas não é o que se faço ou que seja nossa prioridade, a gente gosta mesmo é de subir no palco, pegar a estrada, e emocionar as pessoas. Televisão faz parte de nosso trabalho, mas não é o foco de nosso trabalho. A gente evita muita coisa porque o nosso tempo, a nossa agenda é muito cheio. Se tem que ir, a gente vai.
Meio Norte – Como é conhecer esse Brasil profundo, o do interior do país?
Leo – É uma forma de conhecer novas culturas, novos costumes e novos povos. A gente ama, o Nordeste tem um astral muito grande, a gente está descobrindo isso cada vez mais, as pessoas daqui têm muito a oferecer, são pessoas puras em termos de valores, têm uma humildade muito grande, um grande respeito. A gente conhece as capitais do Nordeste e outras cidades e a gente percebe que um dos valores mais presentes é a humildade, isso é um exemplo para o Brasil inteiro. Você vê em outras regiões uma certa prepotência, o Nordeste a gente tem sido recebido com um carinho muito especial.
Meio Norte – Qual a razão do sucesso da dupla?
Victor – Porque nós chegamos nas pessoas através da emoção. Milhares de músicas podem chegar às pessoas, mas a emoção real não é fácil. Acho que gostam de nossas músicas, de nossos trabalhos, mas gostam porque sabem que oferecemos um emoção real. Ou seja, nós temos um descompromisso com o mercado, um descompromisso com as tendências. Esse descompromisso faz com que se faça algo natural e a natureza é infalível. Se é natural, você nem precisa dizer que é, as pessoas sentem. Sempre que a gente fizer assim vai ter sempre esse retorno cultural e social.
Meio Norte – Como está a carreira internacional?
Victor – Nós temos feito apresentações de demonstração, com ajuda de um empresário mexicano, na Colômbia, México, Porto Rico e Costa Rica. O resultado tem sido muito bom, mas fazer shows grandes ainda não tem dado tempo porque nós temos que fazer também os shows em todo o Brasil.
Meio Norte – Quais são os novos trabalhos?
Victor – Vamos gravar um DVD, nós temos muitas músicas inéditas para esse novo trabalho.
Fonte: EfrémRibeiro/Meio Norte
Pesquisa: Amanda Cristini
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